Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje
Que levante o braço quem tem aquela cadeira, banco ou móvel no quarto, ou em outra divisão da casa, que vai sendo preenchido/ carregado/ atulhado de coisas. A maior parte das pessoas que conheço tem este costume: arranjamos um espaço para as coisas que não conseguimos lidar neste momento (dizemos para nós mesmos que será temporário), até termos tempo, vontade, paciência, etc. para lhe darmos um destino. O grande problema é o seguinte: adiamos esta tarefa por longos períodos de tempo e consequentemente vamos acumulando objectos que nunca iremos usar e tarefas que seriam menos penosas de realizar, se as fizéssemos assim que nos aparecem à frente. Um exemplo muito comum, e que acontece comigo frequentemente: chego ao fim de um dia cansativo e substituo a roupa que usei pelo pijama ou algo mais confortável. Pego na roupa que usei nesse dia e, quanto muito, coloco-a no cesto para ser lavada. O resto da roupa, que ainda pode ser usada, tem como destino a cadeira...